segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Eloqüência ou Evidência?




Na tentativa de tentar compreender porque vemos tão pouco poder manifestado diante de tantos pregadores eloqüentes e mestres que temos me deparei com a verdade sobre este assunto nas cartas de Paulo.
A quantidade de frutos que temos não condiz com a quantidade de mestres e pregadores que temos, o que me leva a meditar que algo possa estar fora do eixo.
Veja o que ensina Paulo:

Eu mesmo, irmãos, quando estive entre vocês, não fui com discurso eloqüente nem com muita sabedoria para lhes proclamar o mistério de Deus.
Pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado.
E foi com fraqueza, temor e com muito tremor que estive entre vocês.
Minha mensagem e minha pregação não consistiram de palavras persuasivas de sabedoria, mas consistiram de demonstração do poder do Espírito, para que a fé que vocês têm não se baseasse na sabedoria humana, mas no poder de Deus. 1 CO 2:1-5

Então a base da pregação deve ser a cruz de Cristo e o fruto a demonstração do poder do Espírito!
A próxima pergunta a ser feita é:  E como manifesto o poder?

Paulo nos dá a resposta em Tito 1:9
apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem.

Somente a convívio com a palavra fiel é que nos garante demonstração de poder.É na investigação das profecias e ensino sobre o Cristo que recebemos fé para manifestar o poder do Ungido.
Não podemos extrair da palavra outras coisas que não estejam centralizada na pessoa de Jesus o Messias, pois do inicio ao fim a palavra fiel trata de um único assunto o Rei prometido e o Reino eterno.

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