Na tentativa de
tentar compreender porque vemos tão pouco poder manifestado diante de tantos
pregadores eloqüentes e mestres que temos me deparei com a verdade sobre este
assunto nas cartas de Paulo.
A quantidade de
frutos que temos não condiz com a quantidade de mestres e pregadores que temos,
o que me leva a meditar que algo possa estar fora do eixo.
Veja o que ensina
Paulo:
Eu mesmo, irmãos,
quando estive entre vocês, não fui com discurso eloqüente nem com muita
sabedoria para lhes proclamar o mistério de Deus.
Pois decidi nada
saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado.
E foi com fraqueza,
temor e com muito tremor que estive entre vocês.
Minha mensagem e
minha pregação não consistiram de palavras persuasivas de sabedoria, mas
consistiram de demonstração do poder do Espírito, para que a fé que vocês têm
não se baseasse na sabedoria humana, mas no poder de Deus. 1 CO 2:1-5
Então a base da
pregação deve ser a cruz de Cristo e o fruto a demonstração do poder do
Espírito!
A próxima pergunta a
ser feita é: E como manifesto o poder?
Paulo nos dá a
resposta em Tito 1:9
apegado à palavra
fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo
reto ensino como para convencer os que o contradizem.
Somente a convívio
com a palavra fiel é que nos garante demonstração de poder.É na investigação
das profecias e ensino sobre o Cristo que recebemos fé para manifestar o poder
do Ungido.
Não podemos extrair
da palavra outras coisas que não estejam centralizada na pessoa de Jesus o
Messias, pois do inicio ao fim a palavra fiel trata de um único assunto o Rei
prometido e o Reino eterno.
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